A arte da investigação transcende barreiras da lógica ou do absoluto.
Não, não é somente de estudos acadêmicos que se faz um investigador. É preciso, através de experiência espontânea, adquirir a intuição.
Assim, tal pressentimento age como o faro do lobo, que segue precisamente a presa que teve as pistas visíveis encobertas pela neve.
O investigador possui maestria em dedução, algo que se torna, com o tempo, tão afiada quanto o resultado de uma conta matemática.
Possuímos o conhecimento e as habilidades necessárias para que não haja escapatória à injustiça. E o sabor mais delicioso do mundo é a surpresa que carregamos.
1 comentários:
É o animal, nos alertando que ainda vive! J!
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